sábado, 13 de fevereiro de 2010
Pro dia nascer (e encerrar) feliz.
Porque existem horas que é necessário perder o medo.
Se arriscar e perceber que a "estrada vai além do que se vê", por isso o caminho nunca é tão fácil ou difícil quanto parece.
Ler bons livros, cultivar amizades, ouvir boas músicas, ir a shows interessantes, conhecer novas pessoas e lugares, se jogar da pedra mais alta, bater cabeça, cair, levantar, viver, amar, ser feliz...
Clichê ou não, a vida deve ser vivida.
E eu estou só começando...
Vem comigo?
sábado, 30 de janeiro de 2010
... da sincronicidade...
por acaso
mesmo [que]
ao acaso
***
"Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu"
(Eclesiastes 3:1)
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
O que será o amanhã?
Eu não quero que 2010 seja completamente diferente do que foi esse ano, é lógico que tenho resoluções e planos para o ano que começará amanhã. Mas não quero que as coisas mudem ou sejam mais fáceis, porque em 2009 muito aconteceu e, admito, nada foi fácil.
Em primeiro lugar, eu não sou uma pessoa fácil e, vez em quando, tenho a tendência de comprar brigas desnecessárias, quero parecer muito mais madura do que de fato sou, ou, ainda, tenho o péssimo hábito de ser uma menina mimada e teimosa. Ou seja, sou um eterno paradoxo, iniciante na vida e nem sempre da minha opinião. Mas, acredito, o mais importante e interessante disso tudo é que mesmo tendo altos e baixos e tendo que ser tão madura-menina, tão inquieta-tensa, intensa-terna é saber agradecer a Deus por tudo o que sou, por tudo o que Ele me deu e por cada pessoa mais do que especial que Ele coloca no meu caminho.
2009 foi um ano de vitórias, de bênçãos e promessas que se cumpriram. Cresci como mulher, profissional, fiz novos planos para minha carreira, abri mão de muitos, retomei outros projetos. Aprendi que família é quem escolhemos para viver e lembrei que a própria Palavra diz: "há amigos mais chegados que irmãos". Não é o que corre no sangue que é o mais importante, são as escolhas, os abraços, o que compartilhamos na alma. Eu me tornei a Sra. Martinez, mas sem abrir mão de ser: intensa, bagunceira, festeira, amiga, guerreira (como minha mãe), mulher que não abre mão do que quer e que crê em Deus acima de todas as outras coisas. Sem esquecer, paradoxo que sou, do meu outro lado: séria (como meu pai), fechada, um tanto teimosa, responsável, tímida e que diariamente mostra que não está aqui ou acolá por causa de um nome ou sobrenome e sim porque Deus está do meu lado.
Um ótimo 2010 para todos!
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Eu te amo, porque te amo.
Apesar de...
Com tudo que...
Pelo o que...
Te amo como...
Te amo tanto...
Porque amor não se explica...
E eu te amo, e só.
PS: Post apaixonado para aquecer o dia.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Do tempo...
Numa dessas voltas doidas que o mundo dá.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Antigo, e-terno eu.
"E se eu fosse o primeiro a voltar
pra mudar o que eu fiz,
quem então agora eu seria?"
"Lendo antigos cadernos descobri que antigamente não era somente eterna. Antigamente tinha mais sonhos, mais cores, mais desejos e anseios que hoje não fazem tanto sentido assim. Não que antigamente eu fosse melhor ou maior do que sou hoje. É que antigamente eu ia no Evolution do Playcenter sem o mínimo medo de cair, é que antes eu queria ser jogadora de futebol e pedi um uniforme do São Paulo aos 11 anos, é que há anos eu comia brigadeiro com kani, antes eu ia no cinema uma vez por semana e me enchia de mate, pão de queijo, milkshake de ovomaltine; é que antigamente eu tinha o privilégio de passar horas sem fim lendo vários livros ao mesmo tempo na Siciliano, é que antes, também, eu era apenas uma garota que queria algo.
Hoje eu continuo sendo eterna. Eu não tenho mais muitos sonhos. Tenho desejos realizados e sonhos que logo se tornarão realidade. Tenho cores ainda, mas hoje não são apenas cores frias e óbvias, são cores quentes e cheias de nuances. Hoje eu não vou mais no Evolution, tenho medo mesmo. Qual é a graça de ficar de ponta cabeça em um brinquedo que me dá a nítida sensação de que vou cair daquela cadeira que praticamente não me segura? Mas não fiquei tão careta assim. Hoje eu pulo do SkyCoaster e até puxo a cordinha, aprendi que não há nada melhor do que a sensação de que posso voar. Descobri que não corro o suficiente e que se eu antes acertava um golaço de cabeça ou cobrava um super escanteio, não era porque era boa jogadora, era sorte mesmo. Por isso continuo sendo tricolor, mas não quero mais ser a jogadora da seleção feminina de futebol. Hoje me contento em assistir no Morumbi ou em casa mesmo as partidas do verdadeiro timão aqui de São Paulo. Hoje eu não faço mais as misturas gastronômicas de outrora, mas isso não me faz desistir de enfrentar um prato de feijoada ou dobradinha em qualquer horário do dia ou da noite.
Já faz um bom tempo que não vou ao cinema e fico triste com isso, mas, ao mesmo tempo, isso quer dizer que não sou mais a menina de 16 anos que não trabalhava e não tinha muitas obrigações, hoje sou a (ainda) menina (um pouco mais madura) de 21 anos que trabalha muito e que aprende diariamente nessa profissão louca que escolheu. Hoje, infelizmente, eu não passo horas na Siciliano ou em qualquer outra biblioteca, mas levo na bagagem cada linha que li naqueles bons e velhos livros.
Numa contradição louca e maravilhosa da vida, hoje continuo sendo uma garota que quer algo. Mas não qualquer coisa. Eu quero um caminho bonito. Eu quero que pessoas especiais andem comigo nesse caminho bonito. Eu quero que esse caminho bonito com pessoas especiais seja minha vida. Eu quero minha vida mais simples e, ao mesmo tempo, incrivelmente maravilhosa. Por essas e outras é que não mudaria uma vírgula da minha história. Ela está só começando..."
***
Texto postado originalmente aqui.
Os comentários postados lá, me deixaram tão, tão feliz.
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PS: Na época, eu tinha 21 anos e logo, logo completo 23 anos. É que o mundo dá voltas... e eu gosto disso!
sábado, 12 de setembro de 2009
Alívio
Pois bem, é assim que me sinto nos últimos dias. E, paradoxalmente, me sinto assim bem depois de tantos trovões, turbilhões e montanhas-russas de sentimentos, depois de choros e gritos bobos. Acho que é como o sol que nasce no horizonte depois de um dia de chuva, formando um belíssimo arco-íris. Acho mesmo é que, aos poucos, consigo colocar em prática tudo aquilo que aprendi e ouvi durante anos... O que não me mata, me fortalece e que quanto maior a luta maior será a vitória, afinal depois da tempestade sempre vem a calmaria.
Um alívio é o que sinto.






